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Um cavalo salva o Pastor

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Pesquisando sobre o metodismo no Rio Grande do Sul, como também no que foi a Região Eclesiástica do Sul, que incluía também os Estados de Sta. Catarina e Paraná, deparei com alguns fatos um tanto quanto curiosos, que achei por bem compartilhar com os leitores.

O dia amanheceu chuvoso e o Rev. Ungaretti, sempre cioso de seus compromissos, dirige-se, à cavalo, rumo a Forqueta do Caí, onde iria realizar culto e ministrar a Santa Ceia à família Chaulé.

Depois de longa e encharcada cavalgada, chegando á beira do riacho, próximo ao seu destino final, percebeu que não dava passagem, estava cheio e a correnteza era forte.  Destemido pôs o cavalo na água, mas ao chegar no meio do riacho o animal desapareceu do meio de suas pernas.  Levado pela correnteza, ao passar por uma arvore, cujos galhos chegavam até a água, agarrou-se a um deles.  Como usava ponche, daqueles que cobriam tanto o cavaleiro como o cavalo, ele o puxava para baixo, o galho cedia, mas logo voltava.  Assim ficou subindo e descendo na água.

O cavalo, entretanto, conseguiu chegar à outra margem e, acostumado com o trajeto, dirigiu-se à casa onde costumava ir.  Quando as pessoas ouviram o cavalo chegando disseram: "O pastor chegou!"  Mas a pessoa que foi recebe-lo encontrou um cavalo e arreios encharcados, sem o pastor.  Correram ao riacho chamando o pastor pelo nome até que ele os ouviu e o tiraram da água.  Naquela noite a Palavra foi pregada e a Santa Ceia celebrada com muito louvor e gratidão. 

 

Obs. Compilado de um texto produzido pelo Rev. Erasmo Ungaaretti sobre a  vida de seu pai, Rev.Adolpho Melchior Ungaretti.

Metodismo

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